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terça-feira, 29 de julho de 2014

Papa Francisco dá dez dicas para uma vida feliz by UOL, em São Paulo 28/07/2014


Em entrevista à revista "Viva", do jornal argentino "Clarín", o papa Francisco deu dicas, em vídeo, de como ter uma vida feliz. Para Francisco, seriam esses os dez mandamentos que condensam a fórmula da felicidade:
1 - "Viva e deixe viver"
2 – "Dar-se aos outros"
3 – "Mover-se remansadamente"
4 - "Brincar com as crianças"
5 - "Compartilhar os domingos com a família"
6 - "Ajudar os jovens a conseguir emprego"
7 -"Cuidar da natureza"
8 – "Esquecer-se rápido do negativo"
9 – "Respeitar o que pensa o outro"
10 – "Buscar ativamente a paz"

domingo, 20 de julho de 2014

Família



A família que tem sua base em Deus é a família que renova seu amor em meio às situações sempre novas e desafiadoras da vida e acreditam na força do diálogo sincero, buscam dar e receber perdão, cuidam com leveza das necessidades comuns e, com tudo isso, estão voltados para uma busca sincera de servir e amar a Deus, seu centro.
Dom João Braz Cardeal de Aviz (adaptação)
O Povo de Deus, 8 de agosto de 2010.


Carta do papa Francisco às Famílias
Queridas famílias,
Apresento-me à porta da vossa casa para vos falar de um acontecimento que vai realizar-se, como é sabido, no próximo mês de Outubro, no Vaticano: trata-se da Assembleia geral extraordinária do Sínodo dos Bispos, convocada para discutir o tema «Os desafios pastorais sobre a família no contexto da evangelização». Efetivamente, hoje, a Igreja é chamada a anunciar o Evangelho, enfrentando também as novas urgências pastorais que dizem respeito à família.
Este importante encontro envolve todo o Povo de Deus: Bispos, sacerdotes, pessoas consagradas e fiéis leigos das Igrejas particulares do mundo inteiro, que participam ativamente, na sua preparação, com sugestões concretas e com a ajuda indispensável da oração. O apoio da oração é muito necessário e significativo, especialmente da vossa parte, queridas famílias; na verdade, esta Assembleia sinodal é dedicada de modo especial a vós, à vossa vocação e missão na Igreja e na sociedade, aos problemas do matrimónio, da vida familiar, da educação dos filhos, e ao papel das famílias na missão da Igreja. Por isso, peço-vos para invocardes intensamente o Espírito Santo, a fim de que ilumine os Padres sinodais e os guie na sua exigente tarefa. Como sabeis, a esta Assembleia sinodal extraordinária, seguir-se-á – um ano depois – a Assembleia ordinária, que desenvolverá o mesmo tema da família. E, neste mesmo contexto, realizar-se-á o Encontro Mundial das Famílias, na cidade de Filadélfia, em setembro de 2015. Por isso, unamo-nos todos em oração para que a Igreja realize, por meio destes acontecimentos, um verdadeiro caminho de discernimento e adote os meios pastorais adequados para ajudarem as famílias a enfrentar os desafios atuais com a luz e a força que provêm do Evangelho.
Estou a escrever-vos esta carta no dia em que se celebra a festa da Apresentação de Jesus no templo. O evangelista Lucas conta que Nossa Senhora e São José, de acordo com a Lei de Moisés, levaram o Menino ao templo para oferecê-Lo ao Senhor e, nessa ocasião, duas pessoas idosas – Simeão e Ana –, movidas pelo Espírito Santo, foram ter com eles e reconheceram em Jesus o Messias (cf. Lc 2, 22-38). Simeão tomou-O nos braços e agradeceu a Deus, porque tinha finalmente «visto» a salvação; Ana, apesar da sua idade avançada, encheu-se de novo vigor e pôs-se a falar a todos do Menino. É uma imagem bela: um casal de pais jovens e duas pessoas idosas, reunidos devido a Jesus. Verdadeiramente Jesus faz com que as gerações se encontrem e unam! Ele é a fonte inesgotável daquele amor que vence todo o isolamento, toda a solidão, toda a tristeza. No vosso caminho familiar, partilhais tantos momentos belos: as refeições, o descanso, o trabalho em casa, a diversão, a oração, as viagens e as peregrinações, as ações de solidariedade... Todavia, se falta o amor, falta a alegria; e Jesus é quem nos dá o amor autêntico: oferece-nos a sua Palavra, que ilumina a nossa estrada; dá-nos o Pão de vida, que sustenta a labuta diária do nosso caminho.

Queridas famílias, a vossa oração pelo Sínodo dos Bispos será um tesouro precioso que enriquecerá a Igreja. Eu vo-la agradeço e peço que rezeis também por mim, para que possa servir o Povo de Deus na verdade e na caridade. A proteção da Bem-Aventurada Virgem Maria e de São José acompanhe sempre a todos vós e vos ajude a caminhar unidos no amor e no serviço recíproco. De coração invoco sobre cada família a bênção do Senhor.

Vaticano, 2 de Fevereiro – festa da Apresentação do Senhor – de 2014.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Francisco I by me



E o pássaro anunciou, aguardem, eis que receberemos boa nova, aguardem!

Fumaça branca sai da chaminé, habemus papam!

Quanta alegria veio sobre mim e sobre toda igreja neste treze de março de 2013, enfim conhecemos aquele que calçará as sandálias do pescador, Francisco I, não mais Jorge Mario Bergoglio. Rosto suave, olhar de menino, presença firme, carismática, com palavras doces, dignas de um filho de Maria, mãe de toda humanidade. Jesuíta, formado em farmácia, professor, guerreiro que luta em prol da família, voz sussurrante, homem simples que anda de metrô e ônibus e cozinha a própria comida, acessível e humilde, como vimos durante o breve primeiro encontro dele com o povo que o aguardava e silenciou quando assim ele pediu. Sinto que o novo bispo de Roma trará a igreja características que tanto precisa para nortear seus passos. Imagino que ele traga dos Jesuítas a presença rigorosa do militante que está a serviço de Deus e pela Sua glória através da missão e da educação. Acredito que será bonachão como os de sua origem italiana e nos oferecerá a empáfia típica do povo argentino, tal mistura me faz pensar nesse homem escolhido pelo Espírito Santo, como alguém forte o suficiente para saber lidar com as tormentas e maresias da Igreja. Podemos ver isso ao fim de sua benção Urbi et Orbi, onde ele pede o microfone e o cerimoniário indica-lhe que já acabou e ele mantem-se firme e aguarda o microfone.  Por fim sinto que, e isso enche de alegria meu peito, que a escolha do nome Francisco demonstra que seu pontificado continuará aberto a conversação e, a exemplo do bom frade do século XIII, será uma renovação na igreja, não com modernidades inúteis e que só vem para destruir a família e toda a base da sociedade, mas será uma renovação da palavra de Jesus, no que de mais puro, simples e completo tinha, o amor. O amor a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. A abertura aos povos, aquele que está à margem, no caminho, longe e mesmo os de perto. Será um convite a reconstruir a igreja, igreja família, base da sociedade, base do mundo. Será a hora de aproximar de Deus e seguir o radicalismo dos que sabem que Deus existe e dos que o adoram em verdade. Enfim, alegremos, nós temos um novo papa, Francisco I.


domingo, 2 de janeiro de 2011

Paz e Deus



Quem caminha em direção a Deus

não pode deixar de transmitir paz

quem constrói paz

não pode deixar de se aproximar de Deus

Bento XVI 

1.1.11

Autêntico espírito de paz


Papa pede ao mundo “autêntico espírito de paz”
E aos cristãos, que não cedam ao desânimo nem à resignação
CIDADE DO VATICANO, sábado, 1º de janeiro de 2011 (ZENIT.org) - Em um mundo no qual os cristãos continuam sendo vítimas de ataques sanguinários, o Papa Bento XVI pediu um "autêntico espírito de paz" e a coragem de enfrentar as dificuldades.
Esta foi sua mensagem durante a homilia que presidiu na Basílica Vaticana hoje, solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus, e Dia Mundial da Paz, recordando que esta última já se tornou uma "tradição consolidada" na Igreja.
"É bom iniciar um novo caminhar andando com decisão em direção à paz", afirmou o Papa, querendo recolher "o grito de tantos homens, mulheres, crianças e idosos, vítimas da guerra, que é o rosto mais horrível e violento da história".
"Diante dos trágicos acontecimentos que marcam a história, diante das lógicas de guerra que infelizmente ainda não foram superadas, somente Deus pode tocar o coração humano e assegurar esperança e paz à humanidade", constatou o Papa.
A paz, sublinhou, "tem suas raízes no mistério de Cristo", mas é também "um valor humano a ser realizado no campo social e político".
Neste contexto, a humanidade "não se pode mostrar resignada à força negativa do egoísmo e da violência, não se pode habituar a conflitos que provocam vítimas e põem em risco o futuro dos povos". 
"Diante das ameaçadoras tensões do momento, diante especialmente das discriminações, arbitrariedades e intolerâncias religiosas, que hoje agridem particularmente os cristãos, mais uma vez renovo o convite para que não cedam ao desânimo e à resignação", declarou o Pontífice, exortando todos a rezarem para que "cheguem a bom fim os esforços realizados em toda parte para promover e construir a paz no mundo".
Para levar a cabo esta "difícil tarefa", acrescentou, "não bastam palavras", senão que é necessário "o empenho concreto e constante dos responsáveis das nações, mas é sobretudo necessário que cada pessoa esteja animada pelo autêntico espírito da paz".
O exemplo de Maria
Bento XVI prosseguiu sua homilia recordando que este Dia Mundial da Paz, comemorado cada ano desde 1968 em nome da Mãe de Deus, manifesta que esta paz, que é "dom messiânico por excelência", chegou por meio de Maria.
Maria, afirmou o Papa, "é verdadeira Mãe de Deus, precisamente em virtude da sua total relação a Cristo. Portanto, glorificando o Filho, honra-se a Mãe e, honrando a Mãe, glorifica-se o Filho". 
O título de "Mãe de Deus" celebrado pela liturgia "põe em relevo, sublinha a missão única da Virgem Santa na história da salvação: missão que está na base do culto e da devoção que o povo cristão lhe reserva". 
"De fato, Maria não recebeu o dom de Deus só para si, mas para levá-lo ao mundo: na sua virgindade fecunda, Deus deu aos homens os bens da salvação eterna"; e Ela "oferece continuamente sua mediação ao Povo de Deus que peregrina na história, rumo à eternidade, como antes a ofereceu aos pastores de Belém". 
"Ela, que deu a vida terrena o Filho de Deus, continua dando aos homens a vida divina, que é Jesus Cristo e seu Santo Espírito. Por isso, é considerada a Mãe de todo homem que nasce para a Graça e, ao mesmo tempo, é invocada como Mãe da Igreja", concluiu o Papa.

Fonte: zenit.org

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Intenções de oração do Papa para o mês de dezembro

Kelen Galvan

Da Redação


Arquivo
Em dezembro, Bento XVI reza por todos que sofrem e para que os povos abram o coração a Cristo
Nas intenções de oração do Papa Bento XVI para dezembro, o Santo Padre reza por todos que sofrem e para que os povos abram o coração a Cristo.

Como intenção geral, o Papa pede que "a experiência do sofrimento seja ocasião para compreender as situações difíceis e de dor em que vivem as pessoas sozinhas, os doentes e os idosos, e estimule todos a ir ao encontro deles com generosidade".

E na intenção missionária, Bento XVI reza para "que os povos da Terra abram as portas a Cristo e ao seu Evangelho de paz, fraternidade e justiça".

O Papa confia suas intenções, todos os meses, ao apostolado da oração. Esta iniciativa é seguida por milhões de pessoas em todo mundo.


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sábado, 2 de outubro de 2010

Encerramento do Ano Sacerdotal - Jornal Anjos e Arcanjos


 
«O sacerdócio é o amor do Coração de Jesus»
Santo Cura d’Ars
No dia 19 de junho de 2009, durante a solenidade do Sacratíssimo Coração de Jesus – dia dedicado à oração pela santificação do clero – e por ocasião do 150º aniversário do Santo Cura D’Ars, foi proclamado pelo Santo Padre, o Papa Bento XVI, a abertura do Ano Sacerdotal que convoca a todos a intensificarem suas orações pelos padres e para que estes se empenhem na busca pela renovação interior de forma que seu testemunho evangélico seja mais vigoroso e incisivo.
Bento XVI, em sua carta proclamativa, pede que evoquemos “com ternura e gratidão o dom imenso que são os sacerdotes não só para a Igreja mas também para a própria humanidade. ” Que lembremos do sacrifício cotidiano, do trabalho árduo, das dificuldades e incompreensões, do “serviço incansável e escondido” e, que mesmo assim, muitos se mantêm “fiéis à sua vocação: a de ‘amigos de Cristo’”. Entretanto, ele não esquece que pela infidelidade de alguns ministros, toda a igreja sofre e com isso, vem os escândalos. O papa nos convoca a mesmo diante desses casos que nos causam repulsa, buscar o conforto naqueles que estão “generosamente empenhados no exercício diário do seu ministério sacerdotal”. Bem como não deixar de “recordar tantos sacerdotes ofendidos na sua dignidade, impedidos na sua missão e, às vezes, mesmo perseguidos até ao supremo testemunho do sangue”.
À Maria, como exemplo de doação e amor a Deus, o papa entrega o Ano Sacerdotal e é com um grande cenáculo que Roma encerrará essa celebração, dia 11 de junho de 2010.  Três dias, onde os mais de 7.000 inscritos, dentre eles nosso Arcebispo Dom João Braz de Aviz e alguns padres locais, meditarão sobre a dimensão da conversão permanente da vida sacerdotal e como ela torna eficaz a missão do presbítero. Bem como servirá para “renovar a experiência de um grande cenáculo, como os apóstolos em torno da Virgem Maria, à espera e à escuta do Espírito”, como disse o Secretário da Congregação para o Clero, Dom Mauro Piacenza, que conclui informando que o Papa participará tanto da vigília em preparação à Solinidade do Sagrado Coração de Jesus, na noite de quinta como da missa na sexta-feira onde será encerrado o Ano Sacerdotal, o propósito sacerdotal para este momento é o de “nos reunirmos afetuosamente ao redor de Pedro, para escutarmos sua palavra que, certamente, saberá ampliar nossos horizontes e mostrar a grandeza do viver e agir da Igreja e dos sacerdotes”.
«No mundo sofrereis tribulações. Mas tende confiança: Eu venci o mundo» (Jo 16, 33).
“Amados sacerdotes, Cristo conta convosco.” Papa Bento XVI



(escrevi para o jornal da PARÓQUIA SÃO GABRIEL ARCANJO - Recanto das Emas - DF)