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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Amor não é algo que se sente. É algo que se faz! by Rosana Braga




Não é novidade nenhuma afirmar que um dos problemas mais graves e recorrentes em qualquer relacionamento é o da comunicação. A começar pelo significado da dinâmica (sim, porque comunicar-se é como um tango, delicado e profundo ao mesmo tempo!). Muitos casais sequer sabem do que é feita a autêntica e eficiente comunicação.

Comunicar-se com a pessoa amada não inclui somente falar, seja sobre o que pensa, sente ou quer, como a maioria acredita. Inclui especialmente e acima de tudo, ouvir. Mas não ouvir somente com os ouvidos, somente as palavras que estão sendo ditas, somente o que é conveniente.

Para que uma conversa realmente termine bem, ou seja, sirva para resolver pendências, amenizar crises e solidificar o amor, seus interlocutores devem ouvir com todo seu ser, incluindo sensibilidade, intuição e a firme decisão de - por mais difícil que seja - compreender o que o outro está pensando, sentindo e querendo!

Mas por que isso parece mesmo tão difícil? Simplesmente porque aprendemos que conversas entre casais que discutem alguma divergência têm de virar briga, onde cada um deve tentar falar mais alto que o outro e provar, a qualquer custo, que está com a razão! Aprendemos, infelizmente, que conversas são como jogos, e servem para mostrar quem é o vencedor e quem é o perdedor! Mas, definitivamente, isso nunca funcionou e nunca vai funcionar!

Simplesmente porque num relacionamento, seja ele de que nível for, não existe um certo e um errado e, sim, dois pontos de vista, dois pedidos, dois sentimentos, duas interpretações, dois universos que, em última instância - e isso posso afirmar com toda certeza do mundo - só querem ser aceitos, amados e felizes!

Mas enquanto um e outro falarem como se disparassem flechas em direção ao alvo, enquanto tentarem impor seus desejos e repetirem frases-feitas do tipo "com você, não dá para conversar", "você nunca me ouve", "você é um egoísta-cabeça-dura", não vão chegar a um consenso, muito menos à paz que tanto desejam (mas não sabem como alcançá-la).

Parece mesmo paradoxal essa vontade de viver um grande amor, cheio de alegrias e aquela harmonia de quando estavam completamente apaixonados e, ao mesmo tempo, essa estranha e angustiante fome de discussão, desentendimento e embate pelos motivos mais bobos, pelas razões mais infantis, por questões que, no fundo, na maioria das vezes, não têm nem metade da importância que se dá a elas durante uma briga.

A impressão que fica é que, em algum momento da história, solidificou-se a idéia - completamente equivocada e ineficaz - de que amor é isso: uma queda de braços, um interminável vai-e-vem de destilar a própria raiva à custa do outro para, em seguida, arrepender-se e fazer as pazes. Mas acontece que isso só serve para desgastar a relação, acumular mágoas e amontoar frustrações.

O que sobra? Cada qual no seu limite, a sensação de que não vale mais a pena. Pronto: este é o começo do fim! Um fim medíocre, sem uma razão que realmente o valha, mas - ao mesmo tempo - com todas as razões que foram - irresponsavelmente e pelos dois - cavadas, acumuladas e amontoadas dia após dia!

Talvez você diga: "eu bem que tento conversar, mas o outro não tem condições"! Ok, mas você tenta quanto? Até o outro dar a primeira resposta torta e grosseira e você pensar: "ah, mas não vou mesmo ficar aqui ouvindo isso", e daí aumenta o tom de voz o máximo que pode para deixar bem claro que você tentou, mas que com ele é impossível? Ou, talvez, simplesmente desiste da conversa e sai, alegando sua superioridade?

Assim, pode estar certo de que não vai funcionar! Se você realmente deseja se entender com quem ama, tente mais! Tente até o fim. Não aumente o tom de voz, fale com calma e repita, quantas vezes forem necessárias, que você deseja compreendê-lo. Para tanto, faça perguntas, peça para que ele explique como está se sentindo, por que reagiu de tal forma, enfim, esmiúce detalhe, interesse-se de verdade pela dor do outro e tenha a certeza de que isso, sim, é amor!

Mais do que declarar o que você sente, mostre! Afinal, pode apostar: Amor não é algo que se sente. É algo que se faz! 

Sem fé...

...  a vida não tem graça!


Fé!


"A fé em Deus nos faz 
crer no incrivel, 
ver o invisível e 
realizar o impossível."

domingo, 24 de abril de 2011

Liberdade e segurança


"E encontrei tanto liberdade como segurança em minha loucura: a
liberdade da solidão e a segurança de não ser compreendido, pois
aquele que nos compreende escraviza alguma coisa em nós."

Khalil Gibran Khalil

Vocabulário feminino by Leila Ferreira



Vocabulário feminino 

Leila Ferreira 

Se eu tivesse que escolher uma palavra - apenas uma - para ser item  obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um  verbo de quatro sílabas: descomplicar. 

Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver  com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar  menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o  espelho. Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos - e merecemos - ter. Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da  mulher moderna. Amizade, por exemplo. Acostumadas a concentrar  nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas,  acabamos deixando as amigas em segundo plano.  

E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a   convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que gostam dos  mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar,  compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que  já nos contamos mil vezes - isso, sim, faz bem para a pele. Para a  alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem  uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres  que só uma boa amizade consegue proporcionar. E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário  duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio. Aprenda a parar, nem que sej a por cinco minutos, três vezes  por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia - não importa - e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir,  contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando  é preciso.


Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir.  Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma  mulher mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na  locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada - faça qualquer coisa, mas ria.  

O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vi da. Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar.  Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e  olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação  e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e  seu chá verde sozinha. Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra  que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza.  

Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada.  Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber  se vestir. Resgate aquele velho exercício que anda esquecido:  aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria  de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde   trabalha, em casa, no supermercado, na academia. E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam  ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar. Sonhe com aquela  viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você  ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem  que um d ia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando  o Richard Gere... sonhar é quase fazer acontecer.  

 Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre que for preciso:  seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares.  A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma. E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição.
O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe  perfeita, a dona
de casa impecável, a profissional que sabe tudo,  a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que  é tentar ter coxas sem
celulite, rosto sem rugas, cabelos que não  arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são  mulheres imperfeitas. E mulheres
que se aceitam como imperfeitas  são mulheres livres. Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se  elimina o excesso de peso da bagagem (e a
busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada felicidade fica muito mais possível. 

sexta-feira, 18 de março de 2011

Sinceridade e água



"Se você é sincero, 
terá o sucesso em seu coração 
e tudo o que fizer terá êxito.




À medida que um perigo se repete, 
o homem tende a se acostumar a ele. 




A água dá o exemplo da conduta correta nessas condições.




Prossegue fluindo e vai preenchendo todas as depressões que encontra. 
Não vacila ante nenhuma passagem perigosa, 
não retrocede ante nenhuma queda, 
e nada a faz perder sua natureza essencial. 





Ela permanece fiel a si mesma em todas as circunstâncias. 




Assim também, 
se uma pessoa for sincera quando confrontada com dificuldades, 
seu coração chegará ao significado da situação. 
E quando se consegue dominar interiormente um problema, 
o sucesso acompanhará de maneira natural as ações. 
Diante do perigo é preciso ser meticuloso, 
fazendo tudo o que for necessário, 
para então seguir adiante de modo a não perecer por demorar-se no perigo. 
Usado corretamente, 
o perigo pode ter um importante significado como medida de precaução.
Assim, o céu tem sua altura perigosa, 
protegendo-o de qualquer tentativa de ataque. 
Da mesma forma a terra tem montanhas e águas (...)"



I Ching – O Abismal (Água)

quarta-feira, 2 de março de 2011

Hoje!

Hoje é o dia certo para amar, 

acreditar, 

fazer 


e, principalmente,



viver! 

Aproveitem...

sábado, 12 de fevereiro de 2011