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domingo, 20 de julho de 2014

Família



A família que tem sua base em Deus é a família que renova seu amor em meio às situações sempre novas e desafiadoras da vida e acreditam na força do diálogo sincero, buscam dar e receber perdão, cuidam com leveza das necessidades comuns e, com tudo isso, estão voltados para uma busca sincera de servir e amar a Deus, seu centro.
Dom João Braz Cardeal de Aviz (adaptação)
O Povo de Deus, 8 de agosto de 2010.


Carta do papa Francisco às Famílias
Queridas famílias,
Apresento-me à porta da vossa casa para vos falar de um acontecimento que vai realizar-se, como é sabido, no próximo mês de Outubro, no Vaticano: trata-se da Assembleia geral extraordinária do Sínodo dos Bispos, convocada para discutir o tema «Os desafios pastorais sobre a família no contexto da evangelização». Efetivamente, hoje, a Igreja é chamada a anunciar o Evangelho, enfrentando também as novas urgências pastorais que dizem respeito à família.
Este importante encontro envolve todo o Povo de Deus: Bispos, sacerdotes, pessoas consagradas e fiéis leigos das Igrejas particulares do mundo inteiro, que participam ativamente, na sua preparação, com sugestões concretas e com a ajuda indispensável da oração. O apoio da oração é muito necessário e significativo, especialmente da vossa parte, queridas famílias; na verdade, esta Assembleia sinodal é dedicada de modo especial a vós, à vossa vocação e missão na Igreja e na sociedade, aos problemas do matrimónio, da vida familiar, da educação dos filhos, e ao papel das famílias na missão da Igreja. Por isso, peço-vos para invocardes intensamente o Espírito Santo, a fim de que ilumine os Padres sinodais e os guie na sua exigente tarefa. Como sabeis, a esta Assembleia sinodal extraordinária, seguir-se-á – um ano depois – a Assembleia ordinária, que desenvolverá o mesmo tema da família. E, neste mesmo contexto, realizar-se-á o Encontro Mundial das Famílias, na cidade de Filadélfia, em setembro de 2015. Por isso, unamo-nos todos em oração para que a Igreja realize, por meio destes acontecimentos, um verdadeiro caminho de discernimento e adote os meios pastorais adequados para ajudarem as famílias a enfrentar os desafios atuais com a luz e a força que provêm do Evangelho.
Estou a escrever-vos esta carta no dia em que se celebra a festa da Apresentação de Jesus no templo. O evangelista Lucas conta que Nossa Senhora e São José, de acordo com a Lei de Moisés, levaram o Menino ao templo para oferecê-Lo ao Senhor e, nessa ocasião, duas pessoas idosas – Simeão e Ana –, movidas pelo Espírito Santo, foram ter com eles e reconheceram em Jesus o Messias (cf. Lc 2, 22-38). Simeão tomou-O nos braços e agradeceu a Deus, porque tinha finalmente «visto» a salvação; Ana, apesar da sua idade avançada, encheu-se de novo vigor e pôs-se a falar a todos do Menino. É uma imagem bela: um casal de pais jovens e duas pessoas idosas, reunidos devido a Jesus. Verdadeiramente Jesus faz com que as gerações se encontrem e unam! Ele é a fonte inesgotável daquele amor que vence todo o isolamento, toda a solidão, toda a tristeza. No vosso caminho familiar, partilhais tantos momentos belos: as refeições, o descanso, o trabalho em casa, a diversão, a oração, as viagens e as peregrinações, as ações de solidariedade... Todavia, se falta o amor, falta a alegria; e Jesus é quem nos dá o amor autêntico: oferece-nos a sua Palavra, que ilumina a nossa estrada; dá-nos o Pão de vida, que sustenta a labuta diária do nosso caminho.

Queridas famílias, a vossa oração pelo Sínodo dos Bispos será um tesouro precioso que enriquecerá a Igreja. Eu vo-la agradeço e peço que rezeis também por mim, para que possa servir o Povo de Deus na verdade e na caridade. A proteção da Bem-Aventurada Virgem Maria e de São José acompanhe sempre a todos vós e vos ajude a caminhar unidos no amor e no serviço recíproco. De coração invoco sobre cada família a bênção do Senhor.

Vaticano, 2 de Fevereiro – festa da Apresentação do Senhor – de 2014.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Pesadelo by me


hoje senti uma solidão profunda.
corri para os braços de minha mãe, como sempre engoli as lágrimas e sorri, conversei, assisti novela e até ouvi musica. Mas a dor que me consumia não sumiu, agora venho escrever, para ver se mato isso de vez. Expor esse tipo de coisa sempre faz bem. Sempre ajuda a exorcizar.
A muito descobri que a dor cria arte, pois vem dela as mais belas obras que esse mundo já viu. Corações partidos fizeram a humanidade evoluir. A solidão escreveu tragédias e comédias. Pintou o dark e o renascimento.
A minha dor não vai criar obras, nenhuma, pois certamente deletarei isso um dia, sem publicar. Afinal a regra número 1 da minha vida é não me expor mais do que já o faço com tanta destreza. Mas a dor está aqui e eu quero exorcizá-la antes de chegar a cama. Não quero ter pesadelos. Não quero contaminar meu leito nupcial. Ah! Não falei, sou casada, recém-casada, e claro que isso é o desabafo de uma mulher que sonhou em ter uma família, com direito a marido, filhos e, se não fosse pedir muito, um cachorro. Mas pedi demais. O marido passa dias sem falar, fechado, trancado, lacrado em si. Não quer mais que divida com ele, nem nada divide comigo. Já disse que desistiu. (isso doeu e dói pra caramba). Eu rezo, apenas posso fazer isso. Minto, eu também choro. Choro muito, porque o amo. Amo tanto, meu Deus como eu amo esse homem. Se pudesse viver cada minuto que vivi com ele, viveria novamente, repedidas vezes. Mas ele desistiu. No dia, quer dizer, na noite que ele me disse isso, vivi o maior pesadelo que já vivi e olhe que sou boa em pesadelos acordada. O dia seguinte foi de uma ausência, de uma dor, de uma saudade, de uma frustração sem tamanho, não encontro a palavra para descrever isso. Chorei muito. Como choro agora só de pensar que em breve tudo estará acabado, que ele estará fisicamente distante, a distancia que hoje seu coração já está.
Como não queria viver esse momento, mas viverei e sobreviverei. Mais uma vez sozinha, realmente, sozinha. Sou "a mulher mais incrível! que ele já conheceu e é uma honra está contigo". As conjugações se misturam, assim como as idéias. Eu fico com a dor de ouvir isso e ter que entender que nada sou, que tais palavras, só querem me dizer isso, que nada sou. Que nada sou para alguém que é tudo para mim.
Hoje ouvi uma música, sem saber quem cantava ou seu nome, e reconheci meu pensamento de vida nela, sempre pensei que a vida era como uma festa, solitária e monótona só até encontrarmos nosso parceiro perfeito e então podermos dançar juntos até que a festa acabasse. Músicas românticas, agitadas, pesadas, sem nunca soltarmos a mão um do outro. Sem desistir.
Vi seu sorriso lindo hoje, várias vezes, e nenhuma delas era para mim. Ele sabe o tanto que amo seu sorriso, mas nenhuma vez foi para mim. O chamei varias vezes, para conversar, contar besteiras e tentar  ver aquele sorriso direcionado a mim, mas ele não me respondeu, me ignorou. Doeu mais. Como pode acabar assim?
Fui despejada do paraíso e nem mandaram aviso prévio.
Agora é outro dia, já tenho 2 minutos desse novo dia, estou cansada, queria deitar, mas queria encontrá-lo dormindo, queria aproximar minha mão do corpo dele e deixar lá, para que eu possa dormir mais rápido. Quando durmo em seus braços, nenhum monstro me pega durante a noite. Ele é meu príncipe e me defende de todo mal. Na verdade ele é meu gladiador. Mas ele não gosta, dói o braço.
Ele não sabe o quão feliz sou só por está com ele? Que eu do defendo dos monstros de verdade que insistem em destruir nosso casamento? Que se eu pudesse daria o céu, com todas as estrelas para ele? Só para ver seu sorriso de novo, para mim. A se ele soubesse o quão é precioso seu abraço, seu beijo. Meu Deus, o que está acontecendo? Por que não posso ter minha família? Eu só queria isso!
Queria sair dessa cadeira e correr para os braços abertos dele, sem ter que pedir para ele me abraçar.

(1 ano e meio se passou, muito pouco mudou, barreiras foram criadas, sonhos despedaçados, confiança aniquilada, palavras tristes que se repetiram, várias e várias vezes, mas a esperança revestida de amor, fica... Deus sabe como eu ainda o amo)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

domingo, 2 de janeiro de 2011

Família de Deus




(escrito depois da ceia de Natal)

Acabei de encontrar com a minha família, 
não a família de carne, pois esta está longe, mas a de coração. 
Por essa fui adotada, eu e mamãe. 
E se a sensação de ser adotado por alguém é como essa que sinto por todos eles, 
então, não sei porque os filhos adotivos reclamam tanto da vida.
Tudo bem! São amigos e amigos a gente escolhe, é mais fácil que esse lance de família. 
Família tem dois lados, porque todo mundo quer ter família por perto, 
mas todo mundo sabe que parente bom é parente longe.
Quando morava longe dos familiares, queria está com eles, planejava festas, 
que quando passei a morar perto, nunca aconteceram. 
Voltei a morar longe e, vez por outra, me pego a fantasiar sobre essas benditas festas e reuniões que, 
certamente, vão se manter no plano das idéias.
Entretanto, quero fazer um teste de consciência, quem de nós nunca sonhou com a tal da família ideal? 
Todo sonhamos, idealizamos aquilo que não existe e criticamos os que estão por perto. 
Vocês percebem que o que há de comum entre um e outro somos nós? 
Ou seja, somos nós que precisamos observar e trabalhar para que a família ideal 
se torne a família que temos e a que temos se torne a ideal. 
Eis o ponto em comum com esses dois reinos.
Eu sonho e não desisto!
Espero que você também não desista.
Na hora de falar mal daquele parente chato, reza por ele, você vai ver que é a melhor opção.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010



O que une uma família não são as paredes, muito menos quadros caros. 
O que une verdadeiramente é o 
AMOR 
que sentimemos um pelo outro!
William Sanchez